quarta-feira, 24 de março de 2010

Urubus-de-cabeça-preta (Coragyps atratus)

Em 2008, registramos um bando de urubus-de-cabeça-preta (Coragyps atratus) em um pesqueiro próximo a Represa do DAE em Jundiaí. Também é conhecido como urubu-comum, corvo, urubu-preto e apitã.

  
Esta espécie de urubu, tem media de 62 cm de comprimento e 143 cm de envergadura, com peso de 1,6 kg. É uma ave cathartiforme da família Cathartidae, pertencente ao chamado grupo dos abutres do Novo Mundo.

Jovem de urubu-de-cabeça-preta com 33 dias

Diferente das outras espécies do gênero Catharte, não possui o olfato apurado, localizando a carniça pela visão direta ou observando os outros urubus que pousom para comer. Sua visão é excepcional, tendo boa acuidade para objetos a grande distância.
Além de carniça, costuma comer pequenos vertebrados e ovos.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Debate público: “Parque Estadual da Serra do Japi”.

Data: 6 de março de 2010 - sábado
Local: Câmara Municipal de Jundiaí
Endereço: Rua Barão de Jundiaí, 128 – Centro, Jundiaí/SP
Horário: 9h00 às 12h00
Programação:
- 9h00 – recepção e inscrição
- 9h30 – abertura
- 9h40 – Deputado Estadual Pedro Antonio Bigardi – autor do projeto de Lei que cria o parque estadual da Serra do Japi
- 10h00 – Representante do Governo do estado / Fundação Florestal
- 10h20 – Maria Luisa Ribeiro – coordenadora do Programa Água da Fundação SOS Mata Atlântica
- 10h40 – Eng. Luiz Antonio Pelegrini Bandini – Delegado Regional do SEESP
- 11h00 – café
- 11h15 – debate público
- 12h00 – encerramento
Mais informações pelo telefone (11) 4527-2437, com Vera.
Organização: COATI e SEESP

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Passarinhada em Rio Claro

     Neste final de semana (domingo, dia 28/Fevereiro) visitamos a Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade no município de Rio Claro, SP. Esta unidade de conservação com área de aproximadamente 2.300 ha e altitude variando de 568 à 729 m, atualmente conserva talhões de várias espécies de Eucaliptus implantados a partir de 1910, e conta com sub-bosque de espécies nativas em diversos estágios.

     No ano de 2008 sua avifauna foi tema de importante publicação. O livro "Aves do câmpus da UNESP em Rio Claro" foi um  trabalho realizado pelos biólogos Carlos Gussoni e André Guaraldo e teve como base o estudo realizado de 2003 a 2007 em varias áreas do município de Rio Claro.

Mais informações em:
http://www.guiarioclaro.com.br/guia_novo/frame/frame.htm?link=show&serial=140007365&seccao=Editorias&retranca=Meio%20ambiente&editoria=Cotidiano

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O vôo dos beija-flores e o avanço das tecnologias


Imagem: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSpkasFRDnNKC5bNM6Vw-ASarzLBkdNZ8s_p-30K5dQ-eC6ginzbmjp7uRo_IDxZq1vEggPe0nqdxUWF1vcCLZsAw-r2CEvTf93ID_7Z11wli6TxrPiGGMJlDgIMYVgS69ovzTSmqWqUBg/s400/beija-flor-tesoura.jpg

O vôo dos beija-flores encanta pela sua eficácia, velocidade e delicadeza. Mas o que pouco se sabe é que muitas vezes o homem se inspira na natureza para o avanço tecnológico. Com o vôo do beija-flor não seria diferente. O biólogo Bret Tobalske chefiou uma equipe de três universidades norte-americanas (Portland, Oregon e George Fox), que publicou na revista Nature os resultados de uma pesquisa que prova, ao contrário do que se acreditava, que os beija-flores não voam como os insetos. Tal fato terá que ser reescrito nos livros de biologia.

O resultado da pesquisa constata que os beija-flores possuem uma forma de voar totalmente diferente tanto dos demais pássaros quanto dos insetos. Os engenheiros aeronáuticos já estão se movimentando para tentar tirar proveito desse vôo totalmente assimétrico.

Os projetos de mini-veículos autônomos, minúsculas máquinas voadoras, de veículos grandes, como helicópteros e veículos pessoais aéreos e até mesmo mini-robôs para a exploração de outros planetas deverão ser influenciados pela importante descoberta.


Leia mais sobre essa matéria: http://www.avesenoticias.com.br/noticias/205-curiosidade-sobre-o-voo-dos-beija-flores-

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Novo Inventário Florestal da Serra do Japi

Uma das causas mais relacionadas a extinção de espécies animais é a perda de habitat. Pesquisas relacionadas a flora, e a fatores abióticos de fragmentos florestais da região da Serra do Japi tem grande importância na conservação das aves do município e entorno.


Ao realizar um amplo levantamento florístico em áreas da Reserva Biológica Municipal da Serra do Japi, localizada no município de Jundiaí (SP), já encontraram mais de 650 espécies de plantas, incluindo o registro de novas ocorrências para a reserva.
Em relação a outros levantamentos, o estudo acrescentou até o momento 338 espécies de plantas, elevando o número de registros para 990 espécies pertencentes a 139 famílias.


A reportagem de Alex Sander Alcântara pode ser acessada clicando aqui (Agência FAPESP).
A emissora EPTV também organizou uma matéria sobre o assunto. Clique aqui

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Portal Ornitoweb

CONVITE:




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Amigos,

Gostaria de convidar todos vocês para participar do portal gratuito de comunicação da Ornitologia Brasileira o Ornitoweb.

O Ornitoweb é mais que um site, é um portal interativo onde todos poderão ter sua página pessoal, criar seus próprios grupos, convidar amigos para participar, criar tópicos de discussão, armazenar e compartilhar fotos, vídeos e sons direto do seu computador ou através de links para sites como o Youtube, Flickr, Xeno-Canto, etc ...

Façam um bom uso deste espaço, aproveitem e divulguem.
Visitem e acessem http://ornitoweb.ning.com

Grande Abraço a todos
Sandro Von Matter"